{"id":1802,"date":"2013-08-11T17:28:34","date_gmt":"2013-08-11T17:28:34","guid":{"rendered":"http:\/\/balbucio.com\/?p=1802"},"modified":"2013-09-10T18:17:47","modified_gmt":"2013-09-10T18:17:47","slug":"a-casa-da-santa","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/balbucio.com\/?p=1802","title":{"rendered":"A casa da Santa"},"content":{"rendered":"<p>Data:\u00a025\/11\/2006<br \/>\nLocal:\u00a0Rua Senador Pompeu, 2723, Fortaleza CE<\/p>\n<p>SAGRADO E PROFANO PARA LEVAR A ARTE AO P\u00daBLICO<br \/>\nA exibi\u00e7\u00e3o e a contempla\u00e7\u00e3o do sagrado e do profano pela arte: esses elementos fizeram parte do cen\u00e1rio da festa de apresenta\u00e7\u00e3o dos trabalhos do Projeto Balbucio, no dia 25 de novembro de 2006.<\/p>\n<p>O coletivo de artistas abriu sua casa, no Benfica, ao p\u00fablico, para apresentar as atividades desenvolvidas com os recursos da premia\u00e7\u00e3o no Programa BNB de Cultura (2005). O evento teve como palco um ambiente inspirado na Casa da Santa, um grande bordel de luxo situado no bairro e em funcionamento at\u00e9 a d\u00e9cada de sessenta do s\u00e9culo passado, frequentado por empres\u00e1rios, pol\u00edticos, militares e artistas importantes.<br \/>\nA Casa da Santa fechou, mas o glamour e o cotidiano desse ambiente foi transportado para a casa do Balbucio \u2013 projeto de Extens\u00e3o da Universidade Federal do Cear\u00e1 (UFC) \u2013 com o objetivo de mostrar o espa\u00e7o de moradia (cinco integrantes do projeto residem na casa, o professor inclusive!) como um ambiente para subverter o contexto, no fundo \u00e9 o papel da arte.<br \/>\nForam mostrados projetos do grupo em desenvolvimento desde abril de 2006, como ETC. Rapadura, e instala\u00e7\u00f5es espec\u00edficas criadas para a ocasi\u00e3o. A exposi\u00e7\u00e3o foi o resultado das reflex\u00f5es sobre arte, comunica\u00e7\u00e3o, performance, espa\u00e7o urbano, p\u00fablico x privado, promovidas pelo coletivo formado por C\u00e2ndido Filho, Chris Salas Roldan, Dadylla Rabelo, Fl\u00e1via Salcedo, Greta Frota, Jedi, Jo\u00e3o Vilnei, Juin, Tobias Gaede e Wellington Junior.<\/p>\n<p>SERVI\u00c7O<br \/>\nCasa da Santa<br \/>\nRua Senador Pompeu, 2723<br \/>\n3243.1853<\/p>\n<p>DIA 25\/11<br \/>\n20h FESTA DE ABERTURA \u2013 PARA CONVIDADOS<\/p>\n<p>DIAS 26-28\/11<br \/>\n14h \u00e0s 21h EXPOSI\u00c7\u00c3O ABERTA AO P\u00daBLICO<\/p>\n<p>O NOME<br \/>\n<strong>Casa da Santa<\/strong> [<em>randevu de luxo freq\u00fcentado por senadores da rep\u00fablica, empres\u00e1rios e artistas (Nelson Gon\u00e7alves deu uma \u201ccanja\u201d l\u00e1!). No bordel comandado por Dona Santa, havia goianas, ga\u00fachas, cariocas, argentinas e cubanas; \u201cmeninas\u201d para todos os gostos. Fechou as portas no fim dos sessenta. Tudo por causa do assassinato de um capit\u00e3o- aviador. Fatalidade. Endere\u00e7o? Teodoreto Souto, 1001, Benfica. O casar\u00e3o de paredes duplas e portas de jacarand\u00e1 foi demolido. Virou oficina mec\u00e2nica.<\/em>]<\/p>\n<p>Para o evento que aconteceu no final de novembro, o projeto Balbucio fez da Casa da Santa seu mote e seu nome; seu tropo, sua met\u00e1fora.<\/p>\n<p>OS TEMAS<\/p>\n<p>VIDA EM COMUM<br \/>\nViver junto&#8230; Necessidade\/ desejo\/ vontade.<br \/>\nHavia a necessidade de aglutina\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica do coletivo para viabilizar e dinamizar a produ\u00e7\u00e3o dos projetos; dum espa\u00e7o que pudesse ser, ao mesmo tempo, ateli\u00ea, sala de reuni\u00f5es, almoxarifado e espa\u00e7o expositivo.<br \/>\nUm quesito un\u00e2nime: tinha que ser no Benfica. Para ratificar, sim, os v\u00ednculos institucionais com a UFC; facilitar o acesso aos equipamentos que ela disponibiliza para o projeto (c\u00e2meras, projetores, est\u00fadios, laborat\u00f3rios, audit\u00f3rios, bibliotecas); encurtar dist\u00e2ncias entre os membros e entre eles e o seu lugar de trabalho, estudo e a\u00e7\u00e3o art\u00edstica.<br \/>\nOutro fator preponderante na escolha do local foi a diversidade que marca o bairro. Residencial, comercial, industrial, universit\u00e1rio, bo\u00eamio, hist\u00f3rico, lugar de passagem, n\u00e3o-lugar? Um pouco de cada e nenhum por completo. Casas, apartamentos; vendedores ambulantes, fotocopiadoras, funer\u00e1rias, shopping; f\u00e1bricas; escolas, universidade e faculdades, bibliotecas; teatro, cinemas, pra\u00e7as, bares e restaurantes; pr\u00e9dios hist\u00f3ricos garantem a fisionomia pluriforme e complexa do bairro.<br \/>\nA diversidade e a complexidade, j\u00e1 verific\u00e1veis na estrutura f\u00edsica, dilatam-se diante da mobilidade dos usos, fun\u00e7\u00f5es e valores atribu\u00eddos por quem nela mora, trabalha, estuda, se diverte. Diferen\u00e7a e inacabamento\u00a0 s\u00e3o os fatores estruturantes gerais das rela\u00e7\u00f5es estabelecidas nesse contexto. Se pela primeira, e s\u00f3 por ela, \u00e9 poss\u00edvel estabelecer o valor (a identidade, de certo modo) dos elementos na cadeia de signos que o c\u00f3digo \u00e9 ; a natureza faltosa do segundo \u00e9 a condi\u00e7\u00e3o sine qua non das hibridiza\u00e7\u00f5es e contamina\u00e7\u00f5es entre as representa\u00e7\u00f5es em cena. Parece que se esconde a\u00ed a toda possibilidade de inova\u00e7\u00e3o. Isso interessa ao projeto.<br \/>\nMas a id\u00e9ia de morar junto, que aos poucos foi apontando como possibilidade, de in\u00edcio, n\u00e3o estava em pauta. A radicaliza\u00e7\u00e3o dos v\u00ednculos inter-pessoais estabelecidos somente pela via institucional (professor-alunos, aluno-aluno, coordenador-extensionistas) que viver junto implicava causava estranhamento n\u00e3o s\u00f3 entre os colegas e familiares, mas aos pr\u00f3prios membros do projeto. O que de fato estava por tr\u00e1s do desejo de comunidade? Derradeiro (ou, ao contr\u00e1rio, o desencadeador, o start de tudo?) e mais persuasivo dos motivos: afeto.<\/p>\n<p>A CASA E A CIDADE<br \/>\nDesde junho deste ano, o professor Wellington Jr, do Curso de Comunica\u00e7\u00e3o Social divide, com mais quatro alunos extensionistas do Projeto Balbucio, uma casa na esquina das ruas Senador Pompeu e Padre Miguelino. No mapa, bem no encontro dos bairros de F\u00e1tima, Benfica e Jos\u00e9 Bonif\u00e1cio. Uma encruzilhada.<br \/>\nA casa antiga, da d\u00e9cada de 40, ainda mant\u00e9m alguns tra\u00e7os originais, mas sofreu com o avan\u00e7o do concreto, do alfalto e do medo. Teve o jardim desmantelado e as duas \u00e1rvores que a protegiam do escaldante sol vespertino cortadas no tronco. No lugar da grama, cer\u00e2micas esmaltadas. Recebeu grades; a janela com persianas do quarto da frente abriu-se numa porta de ferro dupla para \u201cfins comerciais\u201d, embora ainda possa ser alugada como resid\u00eancia.<br \/>\nCentenas de autom\u00f3veis, particulares e coletivos, despejam p\u00f3, fuligem e ru\u00eddo dentro dela. O col\u00e9gio ao lado contribui com a sua cacofonia: gritos, avisos no servi\u00e7o de som, buzina de pais apressados \u2013 e mal educados! \u2013 e uma sele\u00e7\u00e3o musical que vai de Xuxa a Britney Spears (\u00e0s sete e meia da manh\u00e3!?), passando por Sandy e Junior, Eliana e similares.<br \/>\nO calor \u00e9 insuport\u00e1vel e, em determinadas \u00e9pocas, h\u00e1 infesta\u00e7\u00f5es de muri\u00e7ocas. Privacidade, s\u00f3 com portas e janelas cerradas. Uma vaga de garagem. Um banheiro. A estrutura de sessenta anos n\u00e3o atende ao programa de necessidades de cinco pessoas no mundo contempor\u00e2neo. Mas ainda assim \u00e9 casa e n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica ali nas mesmas condi\u00e7\u00f5es.<br \/>\nComo viver assim? Como lidar com a impossibilidade do lugar de atender \u00e0s necessidades atuais de moradia devido, n\u00e3o s\u00f3 a fatores alheios \u00e0 estrutura (os s\u00f3cio-econ\u00f4micos, por exemplo), como \u00e0queles relativos \u00e0s transforma\u00e7\u00f5es no pr\u00f3prio espa\u00e7o f\u00edsico da casa? Que valor tem este espa\u00e7o t\u00e3o amb\u00edguo e indeterminado no contexto maior da rua, do bairro, da cidade? Que fun\u00e7\u00e3o de mem\u00f3ria ainda subsiste diante das deforma\u00e7\u00f5es operadas?<br \/>\nO Balbucio pagou pra ver e agora abre as portas da casa ao p\u00fablico para mostrar os primeiros resultados da experi\u00eancia.<\/p>\n<p>SAGRADO &amp; PROFANO<br \/>\nO Barroco trabalhou mais intensamente que outra est\u00e9tica qualquer as oposi\u00e7\u00f5es c\u00e9u x terra; carne x esp\u00edrito; bem x mal; salva\u00e7\u00e3o x dana\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o s\u00e3o um tema exclusivo da arte contra-reformista, posto que, antropol\u00f3gicas. Tais oposi\u00e7\u00f5es remontam \u00e0 cis\u00e3o ancestral, em termos de consci\u00eancia, entre homens e deuses, entre o lado de c\u00e1 e o lado de l\u00e1; quando, s\u00f3 da\u00ed, pode-se falar em religi\u00e3o (sentido etimol\u00f3gico = re-ligar).<br \/>\nO jogo perp\u00e9tuo entre as partes cindidas foi representado exaustivamente pelas culturas, ora buscando reintegra-las (yin\/yang oriental) ou opondo-as mais ferrenha e irremediavelmente (Deus e o Diabo, no judeu-cristianismo); mais ainda: o olhar er\u00f3tico dos habitantes de Sodoma e Gomorra para os anjos do Senhor; Apolo e Dion\u00edsio na Gr\u00e9cia Antiga; g\u00e1rgulas e pequenos dem\u00f4nios sorrateiramente incrustados entre as imagens de santos nas catedrais g\u00f3ticas; a contamina\u00e7\u00e3o da iconografia religiosa pelo humanismo renascentista; a erotiza\u00e7\u00e3o das formas religiosas no Barroco; e, hoje, o desvio do desejo de consumo [libido perversamente determinada pelo mercado] para a \u201cmercadoria\u201d religiosa: livros, discos, filmes, shows-missas, igrejas eletr\u00f4nicas, eventos em est\u00e1dios esportivos e at\u00e9 micaretas para Jesus!<br \/>\nN\u00e3o por acaso, a tens\u00e3o entre sagrado e profano insiste historicamente, ela \u00e9 \u2013 para o bem ou para o mal (se se quiser dizer assim) \u2013 o pr\u00f3prio motor da hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>PROSTITUI\u00c7\u00c3O, CARNAVAL, INVERS\u00d5ES<br \/>\nApontar o exemplo das Prostitutas Sagradas na antiguidade \u00e9 recurso \u00f3bvio e f\u00e1cil. Sua atividade junto ao templo era considerada fundamental para a fertiliza\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o de toda a ordem inclusive, e primordialmente, a sagrada. Lembre-se: antes dos deuses f\u00e1licos, vulc\u00e2nicos, patriarcais, havia a Grande-M\u00e3e: s\u00f3 tetas, ventre e vulva, tudo reduzido \u00e0 fun\u00e7\u00e3o vida (V\u00eanus de Willendorf). N\u00e3o \u00e9 tamb\u00e9m isso que importa numa vestal?<br \/>\nA valora\u00e7\u00e3o negativa da prostitui\u00e7\u00e3o \u00e9 acontecimento recente na hist\u00f3ria geral, tem suas origens na catoliciza\u00e7\u00e3o da moral judaico-crist\u00e3 e, como conseq\u00fc\u00eancia, na desvincula\u00e7\u00e3o da pr\u00e1tica do \u00e2mbito do sagrado. Desinvestida de sua fun\u00e7\u00e3o religiosa, vira com\u00e9rcio: \u201ca profiss\u00e3o mais antiga do mundo\u201d.<br \/>\nO randevu baudelairiano de que trata Walter Benjamim em Jogo e Prostitui\u00e7\u00e3o e n\u2019O Flaneur\u00a0\u00a0 \u00e9 exemplo menos vulgar. L\u00e1 \u00e9 o lugar do conspirador profissional; \u00e9, l\u00e1, no sal\u00e3o parisiense do s\u00e9culo XIX, que se prepara (ou finge-se que) a revolu\u00e7\u00e3o. \u00c9 o espa\u00e7o do \u201cl\u00edrico no auge do capitalismo\u201d. Aquele vi\u00e7o ancestral da prostitui\u00e7\u00e3o se insinua, mesmo quando uma outra l\u00f3gica, a do mercado, torna-se hegem\u00f4nica.<br \/>\nUma invers\u00e3o se realiza. O antro, o bas-fond (baixo-fundo), o ventre, as tripas tornam-se lugar de renova\u00e7\u00e3o da vida. Em Mihail Bakhtin , esse \u00e9 o pr\u00f3prio esp\u00edrito do carnaval, o tempo das invers\u00f5es: alto\u2194baixo, masculino\u2194feminino, senhor\u2194escravo. Como no sexo, o jogo dial\u00e9tico garante a reprodu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>TRABALHOS APRESENTADOS<br \/>\n&#8211; <a title=\"Nossa Senhora da Queda\" href=\"http:\/\/balbucio.com\/?p=1702\">Nossa Senhora da Queda<\/a><br \/>\n&#8211; <a title=\"Mam\u00e3e quero ser\" href=\"http:\/\/balbucio.com\/?p=1698\" target=\"_blank\">Mam\u00e3e quero ser<\/a><br \/>\n&#8211; <a title=\"Pirolitos\" href=\"http:\/\/balbucio.com\/?p=1705\" target=\"_blank\">Pirolitos<\/a><br \/>\n&#8211; <a title=\"Cen\u00f3bio\" href=\"http:\/\/balbucio.com\/?p=1707\" target=\"_blank\">Cen\u00f3bio<\/a><br \/>\n&#8211; <a title=\"96010033518 (Por onde anda a luz)\" href=\"http:\/\/balbucio.com\/?p=1740\" target=\"_blank\">96010033518<\/a><br \/>\n&#8211; <a title=\"Cozinha RGB\" href=\"http:\/\/balbucio.com\/?p=3577\" target=\"_blank\">Cozinha RGB<\/a><br \/>\n&#8211; <a title=\"O essencial \u00e9 saber ver - Pocket\" href=\"http:\/\/balbucio.com\/?p=2472\" target=\"_blank\">O essencial \u00e9 saber ver pocket<\/a><br \/>\n&#8211; <a title=\"Digital Digital Coletiva\" href=\"http:\/\/balbucio.com\/?p=1749\" target=\"_blank\">Digital-digital &#8211; Vers\u00e3o coletiva<\/a><br \/>\n&#8211; <a title=\"Sinais\" href=\"http:\/\/balbucio.com\/?p=3581\" target=\"_blank\">Sinais<\/a><br \/>\n&#8211; <a title=\"gentilandia.com \u2013 A casa da Santa\" href=\"http:\/\/balbucio.com\/?p=3547\" target=\"_blank\">gentilandia.com<\/a><\/p>\n<p>Concep\u00e7\u00e3o: Projeto Balbucio<br \/>\nCategoria: projeto, evento, exposi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Produ\u00e7\u00e3o: C\u00e2ndido Filho, Chris Salas Roldan, Dadylla Rabelo, Fl\u00e1via Salcedo, Greta Frota, Jedi, Jo\u00e3o Vilnei, Juin, Tobias Gaede, Wellington Junior, Maria Karan, Let\u00edcia Silva e Verdiene Verdiano<\/p>\n<p>Registro<br \/>\nfotogr\u00e1fico: Jo\u00e3o Vilnei, Igor Grazianno e Joj\u00f4<\/p>\n<p>Conte\u00fados relacionados:<br \/>\n&#8211; <a title=\"Mapa da casa\" href=\"http:\/\/balbucio.com\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/mapa-para-reuniao.pdf\" target=\"_blank\">Planta da casa para a reuni\u00e3o de organiza\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os para a festa<\/a><br \/>\n&#8211; <a title=\"casa da Santa no SketchUp\" href=\"http:\/\/balbucio.com\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/baw.zip\" target=\"_blank\">Modelo da casa no SketchUp<\/a><br \/>\n&#8211; <a title=\"Adesivos\" href=\"http:\/\/balbucio.com\/wp-content\/uploads\/2013\/08\/Adesivos-Escapularios.pdf\" target=\"_blank\">Adesivos usados no escapul\u00e1rio<\/a><br \/>\n&#8211; <a title=\"Performance de Davi da Paz\" href=\"http:\/\/coletivocurto-circuito.blogspot.com.br\/2009\/03\/situacao-e-um-porre.html\" target=\"_blank\">A Situa\u00e7\u00e3o \u00e9 um Porre! &#8211; Performance de Davi da Paz<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Data:\u00a025\/11\/2006 Local:\u00a0Rua Senador Pompeu, 2723, Fortaleza CE SAGRADO E PROFANO PARA LEVAR A ARTE AO P\u00daBLICO A exibi\u00e7\u00e3o e a contempla\u00e7\u00e3o do sagrado e do profano pela arte: esses elementos fizeram parte do cen\u00e1rio da festa de apresenta\u00e7\u00e3o dos trabalhos do Projeto Balbucio, no dia 25 de novembro de 2006. 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